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INTELIGÊNCIA DE CAPITAL
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FIDC: quando usar — e quando NÃO usar — para captar capital
O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios virou moda no mercado brasileiro nos últimos anos. Toda semana aparece alguém oferecendo "montar um FIDC" para empresas com recebíveis. O problema é que FIDC não é solução universal — e quando mal estruturado, vira armadilha cara. Antes de decidir se sua empresa deve ou não usar FIDC como instrumento de captação de capital, vale entender o que ele faz, o que ele não faz, e em que situações ele realmente funciona. O que é FIDC na
16 de abr.


Por que empresas lucrativas não conseguem acesso ao capital
A empresa fatura R$ 50 milhões. Tem margem operacional positiva. EBITDA consistente nos últimos três anos. Cliente diversificado. O empresário sabe que precisa captar R$ 10 ou 15 milhões para dar o próximo salto — novo galpão, expansão geográfica, linha de produção automatizada. Mas quando chega no mercado, não acontece nada. O banco oferece crédito a 2,8% ao mês com garantia real. O fundador de venture capital educadamente declina: "Não é nosso perfil". O private equity pede
16 de abr.


Reestruturação financeira ou renegociação de dívidas? A diferença que pode salvar — ou afundar — sua empresa
Quando a empresa começa a apertar, o primeiro reflexo é ligar para o gerente do banco. A resposta costuma ser rápida: "Podemos ajudar. Vamos juntar tudo numa operação só, estender o prazo e ajustar as parcelas." Parece um alívio. E é, por um tempo. O problema é que o que o banco oferece raramente é uma solução. É um refinanciamento da agonia — uma forma de o credor garantir que continuará recebendo enquanto a empresa continua endividada, agora com o prazo mais longo, a taxa a
8 de abr.


Recuperação Judicial: para quem é indicada — e o que ninguém te conta antes de entrar
No imaginário de muitos empresários brasileiros, a Recuperação Judicial ainda carrega um estigma: sinal de fracasso, fim de linha, empresa que não tinha jeito. A realidade é diferente. Nos Estados Unidos, o mecanismo equivalente — o Chapter 11 — é usado rotineiramente por empresas de todos os tamanhos para reorganizar o passivo e retomar o crescimento. General Motors, American Airlines, Hertz: todas usaram o instrumento não como sinal de derrota, mas como ferramenta de gestão
8 de abr.
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