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INTELIGÊNCIA DE CAPITAL
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Corporate venture capital: por que empresas tradicionais estão investindo em startups
Dez anos atrás, quando um empresário do middle market ouvia falar de "investir em startup", a reação era ceticismo. "Queimar dinheiro com moleque que não sabe vender" era o resumo da percepção. Hoje, a conversa mudou. Empresas tradicionais — indústrias, distribuidoras, construtoras — estão criando braços de venture capital corporativo para apostar em startups que podem tanto disruptar seus setores quanto amplificar suas operações. Não é filantropia. É estratégia de sobrevivên
16 de abr.


O que fazer com o capital excedente que sua empresa acumulou
A empresa fechou um bom ano. Vendeu ativo não essencial. Recebeu dividendos de participação minoritária em outra operação. O resultado: R$ 15 milhões em conta corrente que não fazem parte do capital de giro operacional. A primeira reação de muitos empresários é deixar parado. "Melhor ter liquidez do que investir errado." O problema: capital parado não é neutro. Ele perde valor. Com inflação de 4,5% ao ano, R$ 15 milhões parados viram R$ 14,3 milhões em poder de compra um ano
16 de abr.


Private equity para middle market: quando vender participação faz mais sentido que endividar
Existe um momento na trajetória de muitas empresas onde a pergunta muda. Não é mais "Quanto consigo captar em dívida?". É "Devo vender parte da empresa para financiar o próximo ciclo?". A resistência é compreensível. O empresário construiu aquilo do zero. Ceder controle — ou mesmo participação minoritária — parece derrota. Mas em determinadas situações, trazer um fundo de private equity como sócio é a decisão mais inteligente que um empresário pode tomar. Não por necessidade.
16 de abr.


Debêntures vs empréstimo bancário: o comparativo que ninguém mostra
Quando uma empresa do middle market precisa de R$ 20 milhões para expandir, a primeira ligação é para o gerente do banco. A resposta costuma ser rápida: "Temos uma linha de crédito, taxa 2,5% ao mês, prazo de 48 meses, garantia real sobre imóvel ou equipamentos." O empresário faz as contas. Em quatro anos, vai pagar R$ 48 milhões para tomar R$ 20 milhões emprestados. A taxa efetiva anual ultrapassa 34%. E ainda precisa dar garantia sobre ativos que queria usar como alavanca o
16 de abr.
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